O desconforto em frequentar consultórios médicos é comum, mesmo em adultos, e tem até nome: Iatrofrobia, também apelidada de síndrome do jaleco branco.

Essa pode ser uma grande barreira ao lidar com pacientes, diminuindo as chances de sucesso em qualquer tratamento. O remédio para essa situação, no entanto, pode estar em uma prática tão antiga quanto o cultivo de um relacionamento mais pessoal entre o médico e o paciente. 

Nos últimos anos, a tecnologia passa a ser uma aliada nesse processo, já que, com
novas plataformas de
software médico e ferramentas de monitoramento de pacientes, a qualidade dessa relação médico paciente pode ser resgatada e o tratamento, mais humanizado.

O que é a relação médico-paciente? Por que ela é importante? 

Em poucas palavras, a relação médico-paciente pode ser resumida como um vínculo de confiança mútua, em que ambas as partes se comprometem com o tratamento. 

Mais do que isso, no entanto, esse vínculo é cultivado por meio do atendimento cuidadoso do médico, que precisa entender seu paciente como mais que apenas seus sintomas. Todo paciente, afinal, é uma pessoa como qualquer outra, que está sujeita às influências de seu contexto socioeconômico, familiar e psicológico. 

No passado, era comum que uma família fosse acompanhada pelo mesmo clínico durante gerações, um modelo que favorece um ambiente propício para o desenvolvimento de relações mais profundas e duradouras entre os profissionais e seus pacientes. 

Com entendimento mais profundo sobre as diversas características do paciente, é possível tecer diagnósticos precoces e mais precisos. Indo mais além, é seguro dizer que o cultivo dessas relações promove uma maior aderência ao tratamento por parte do paciente e aumenta suas chances de sucesso. 

Como desenvolver um bom relacionamento entre médicos e pacientes? 

De acordo com o coordenador de Ciência Comportamental da Tacoma Family Medicine, Thomas Egnew, nos Estados Unidos, existem algumas práticas que podem ajudar a reconstruir essa relação tão importante. Leia um resumo de algumas delas abaixo.  

Foco no paciente

Para o atendimento ao paciente, é importante entender os motivos que o trouxeram ao consultório. Nesse sentido, vale tirar uns minutinhos da consulta para conversar com o paciente de forma um pouco mais relaxada. 

Nesse momento, vale perguntar sobre a família e hobbies. O intuito é criar uma conexão pessoal e intelectual. Essa conversa pode dar dicas valiosas sobre o estado geral de saúde do paciente e ajudar no diagnóstico precoce.

Ter empatia

Mais do que só ouvir, é preciso que o médico entenda o que seu paciente está comunicando e interaja de acordo. Frases como “deve ser difícil” ou “eu entendo” podem fazer uma grande diferença no atendimento ao paciente.

Use o toque

Como seres sociais que somos, toques podem ajudar bastante na criação de vínculos. Por isso, para além dos toques necessários para o diagnóstico, apertos de mãos e um tapinha nas costas podem fazer toda a diferença. 

Conte com a tecnologia para ajudar

Com o avanço tecnológico, cada vez mais ferramentas despontam no mercado a fim de ajudar no monitoramento de pacientes. Um desses recursos essenciais na nova era tecnológica é a DM Health, que ajuda a gerar prontuários eletrônicos e centraliza a comunicação desde a primeira consulta até a alta do paciente. 

A DM Health é uma ferramenta que aproxima médicos e pacientes de forma humanizada e tecnológica, ajudando no sucesso do diagnóstico e tratamento.